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	<title>Dylanesco</title>
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		<title>Veja o clipe de &#8220;Pay In Blood&#8221; (ou quase isso&#8230;)</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 00:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;">Até o momento, a única música do disco <a href="http://dylanesco.com/tempest-parte-2-de-carona-com-bob-dylan/" target="_blank">Tempest</a> a receber um clipe foi “Duquesne Whistle”. Apesar da letra ser uma amável e nostálgica lembrança de um antigo amor, o vídeo conta a história de um obsessivo admirador-secreto que persegue sua amada até passar por maus bocados e ser largado na [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/veja-o-clipe-de-pay-in-blood-ou-quase-isso/">Veja o clipe de &#8220;Pay In Blood&#8221; (ou quase isso&#8230;)</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Até o momento, a única música do disco <a href="http://dylanesco.com/tempest-parte-2-de-carona-com-bob-dylan/" target="_blank">Tempest</a> a receber um clipe foi <strong>“Duquesne Whistle”</strong>. Apesar da letra ser uma amável e nostálgica lembrança de um antigo amor, o vídeo conta a história de um obsessivo admirador-secreto que persegue sua amada até passar por maus bocados e ser largado na calçada em que Bob Dylan passeia com sua gangue bizarra.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/veja-o-clipe-de-pay-in-blood-ou-quase-isso/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">O nonsense do vídeo e sua imperceptível ligação direta com a música fez com que um tal de Derek repensasse o clipe através de uma outra canção do disco: <strong>“Pay In Blood”</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://letras.mus.br/bob-dylan/pay-in-blood/traducao.html" target="_blank">letra de “Pay In Blood”</a> é muito mais sombria e complexa. Já existem algumas interpretações das possíveis referências usadas por Dylan para a compor.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.expectingrain.com/discussions/viewtopic.php?f=6&amp;t=71744&amp;start=25" target="_blank">Há quem acredite que</a> seja uma continuação do narrador de <a href="http://dylanesco.com/dylan-e-seus-poderes-de-expressao/" target="_blank">“Mississippi”</a>; outros pensam mais como um diálogo complexamente intercalado entre um escravo e seu patrão, um soldado e um político, um advogado e até o Governo; uma outra interpretação indica que seja uma crítica a pensões alimentícias e à ex-mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as possíveis referências, Shakespeare (com <em>“I came to bury not to praise”</em> vindo da peça Júlio Cesar) e a Bíblia são os mais fortes candidatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao clipe, veja-o e diga se faz sentido:</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/veja-o-clipe-de-pay-in-blood-ou-quase-isso/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/veja-o-clipe-de-pay-in-blood-ou-quase-isso/">Veja o clipe de &#8220;Pay In Blood&#8221; (ou quase isso&#8230;)</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>Blind Willie McTell: 30 anos da música e 110 anos do músico</title>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 18:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;">No dia 5 de maio de 1903, nascia Blind Willie McTell. Oitenta anos depois e no mesmo dia, Bob Dylan terminaria a gravação de sua homenagem sonora ao bluesman de estilo único.</p>  O músico <p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;"> “Ele trata cada frase de sua música como uma entidade separada, com suas [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/">Blind Willie McTell: 30 anos da música e 110 anos do músico</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 5 de maio de 1903, nascia Blind Willie McTell. Oitenta anos depois e no mesmo dia, Bob Dylan terminaria a gravação de sua homenagem sonora ao bluesman de estilo único.</p>
<h4 style="text-align: justify;"> <span style="text-decoration: underline;"><strong>O músico</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2122" alt="Blind Willie McTell" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/05/Blind+Willie+McTell.png" width="450" height="651" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em> “Ele trata cada frase de sua música como uma entidade separada, com suas próprias rítmicas e melódicas nuances”</em> &#8211; Woody Mann</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O estilo vocal e seu som se encaixam perfeitamente com aquela sonoridade solitária&#8230; Você provavelmente poderia dizer que ele é o Van Gogh do country blues”</em> &#8211; Bob Dylan</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">William Samuel McTier nasceu no sulista estado de Georgia no dia 5 de maio de 1903 &#8211; o dia é indiscutível, mas o ano é motivo de discordância entre os estudiosos. O palpite de Michael Gray, <a href="http://www.ebay.com/sch/i.html?_odkw=Bob+Dylan+in+America+sean+wilentz&amp;_osacat=0&amp;_from=R40&amp;_trksid=m570.l1313&amp;_nkw=michael+gray+blind+willie+mctell&amp;_sacat=0" target="_blank">biógrafo do músico</a>, é tido como o mais correto (e foi o utilizado para o cálculo do título).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cego desde o início da infância</strong>, aprendeu a tocar violão com a mãe por volta de 1914 e passou a se apresentar em estacionamentos e shows itinerantes &#8211; tanto para públicos negros quanto brancos. A partir de 1927, iniciou uma carreira de nove anos de estúdio, lançando 24 discos para quatro gravadoras diferentes. No seu repertório, <strong>blues, hinos e folks, além de ragtimes, baladas e canções populares</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">No livro <a href="http://www.ebay.com/sch/i.html?_trksid=m570.l1313&amp;_nkw=Bob+Dylan+in+America+sean+wilentz&amp;_sacat=0&amp;_from=R40" target="_blank">Bob Dylan in America</a>, Sean Wilentz retrata a história de McTell e faz ótimas comparações com a vida de Dylan. Na canção <strong>“Statesboro Blues”</strong>, por exemplo, Willie canta <em>“My mother died and left me reckless, my daddy dies and left me wild, wild, wild”</em>. Segundo o dylanófilo e biógrafo do bluesman <strong>Michael Gray</strong>, apesar de o pai tê-lo abandonado antes dos sete anos de idade, Blind Willie parece ter vivido com sua mãe uma vida tranquila e sem grandes traumas em Statesboro; assim como Dylan, que forjou uma infância de andarilho e até citou ser orfão para criar uma imagem que fizesse jus às canções que interpretava.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1922, dois anos após a morte de sua mãe, um branco de sobrenome Simmons arranjou para o jovem McTell, agora com 19 anos, uma vaga em uma escola para cegos em Macon. Lá, aprimorou suas habilidades como guitarrista e cantor, além de aprender a ler e a escrever música em Braille.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da bela e distinta voz, Blind Willie McTell tinha grande habilidade com slide e violão de doze cordas. Ao contrário de outros ícones do blues, McTell nunca seguiu o caminho de um mito: não há acordos diabólicos, brigas homéricas ou morte precoce em seu histórico. Blind Willie viveu uma vida tranquila na região de Atlanta e morreu em 1959, aos 56 anos, após dois derrames cerebrais.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Nunca obteve grande sucesso, mas passou a ganhar relevância após os relançamentos de suas gravações. No início dos anos 70, ganhou destaque após o <strong>Allman Brothers</strong> gravar “Statesboro Blues”. Para Wilentz, parece ter sido nesta época, quando houve diversos relançamentos dos fonogramas de McTell, que Bob se interessou mais pela discografia do bluesman. <em>“Para Dylan, a música de McTell se tornou um critério, um padrão de excelência para compreender o mundo”</em>.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A música</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2123" alt="Bob Dylan, em 1983" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/05/Dylan-BW-Headshot-595x400.jpg" width="595" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na segunda semana de abril de 1983, Bob Dylan entrou em estúdio para gravar o que seria seu primeiro disco após a “fase cristã” (que rendeu três álbuns entre 1979 e 1981: Slow Train Coming, Saved e Shot Of Love). Para acompanhá-lo, Dylan recrutou <a href="http://dylanesco.com/bob-dylan-divide-palco-com-mark-knopfler/" target="_blank">Mark Knopfler</a> (que já havia colaborado em Slow Train Coming), o ex-Rolling Stones <strong>Mick Taylor</strong> e outros. O local escolhido para a gravação foi o Power Station, no West Side de Manhattan.</p>
<p style="text-align: justify;"><object id="gsSong3796341173" width="250" height="40" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" name="gsSong3796341173"><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=grooveshark.com&amp;songID=37963411&amp;style=metal&amp;p=0" /><param name="src" value="http://grooveshark.com/songWidget.swf" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed id="gsSong3796341173" width="250" height="40" type="application/x-shockwave-flash" src="http://grooveshark.com/songWidget.swf" wmode="window" allowScriptAccess="always" flashvars="hostname=grooveshark.com&amp;songID=37963411&amp;style=metal&amp;p=0" allowscriptaccess="always" name="gsSong3796341173" /><img src="http://dylanesco.com/wp-includes/js/tinymce/themes/advanced/img/trans.gif" class="mceItemMedia mceItemFlash" width="250" height="40" data-mce-json="{'video':{},'params':{'wmode':'window','allowScriptAccess':'always','flashvars':'hostname=grooveshark.com&amp;songID=37963411&amp;style=metal&amp;p=0','src':'http://grooveshark.com/songWidget.swf'},'name':null,'object_html':'&lt;span&gt;&lt;a href=\&quot;http://grooveshark.com/search/song?q=Bob%20Dylan%20Blind%20Willie%20McTell\&quot; title=\&quot;Blind Willie McTell by Bob Dylan on Grooveshark\&quot;&gt;Blind Willie McTell by Bob Dylan on Grooveshark&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;','hspace':null,'vspace':null,'align':null,'bgcolor':null}" alt="" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Já no primeiro dia, Bob Dylan reservou quase todo o tempo para gravar “Blind Willie McTell” com a banda. O resultado, apesar de alguns belos momentos na interpretação de Dylan, é uma versão amorfa, com cada integrante percorrendo um caminho distinto.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez pela frustração, Bob Dylan adiou o término da canção para o fim das gravações. <strong>No dia 5 de maio</strong>, decidiu ser acompanhado apenas pelo violão de Mick Taylor.</p>
<p style="text-align: justify;"><object id="gsSong3865270457" width="250" height="40" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" name="gsSong3865270457"><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=grooveshark.com&amp;songID=38652704&amp;style=metal&amp;p=0" /><param name="src" value="http://grooveshark.com/songWidget.swf" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed id="gsSong3865270457" width="250" height="40" type="application/x-shockwave-flash" src="http://grooveshark.com/songWidget.swf" wmode="window" allowScriptAccess="always" flashvars="hostname=grooveshark.com&amp;songID=38652704&amp;style=metal&amp;p=0" allowscriptaccess="always" name="gsSong3865270457" /><img src="http://dylanesco.com/wp-includes/js/tinymce/themes/advanced/img/trans.gif" class="mceItemMedia mceItemFlash" width="250" height="40" data-mce-json="{'video':{},'params':{'wmode':'window','allowScriptAccess':'always','flashvars':'hostname=grooveshark.com&amp;songID=38652704&amp;style=metal&amp;p=0','src':'http://grooveshark.com/songWidget.swf'},'name':null,'object_html':'&lt;span&gt;&lt;a href=\&quot;http://grooveshark.com/search/song?q=Bob%20Dylan%20Blind%20Willie%20McTell%20(5-5-83)\&quot; title=\&quot;Blind Willie McTell (5-5-83) by Bob Dylan on Grooveshark\&quot;&gt;Blind Willie McTell (5-5-83) by Bob Dylan on Grooveshark&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;','hspace':null,'vspace':null,'align':null,'bgcolor':null}" alt="" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">No piano e fazendo uma leve marcação com os pés, Dylan trouxe uma nova ambiência para “Blind Willie McTell”, tornando-a melancólica e precisamente empoeirada. Mesmo assim, preferiu não incluí-la em Infidels. A música, considerada uma das obras primas de Dylan nos anos 80, só viria oficialmente a público (depois de rodar pelos fãs através de bootlegs) em 1991, no <strong>volume 1-3 do Bootleg Series</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura da música é diretamente influenciada pela tradicional <a href="http://trilhando.tumblr.com/post/37648704295/dave-van-ronk-st-james-infirmary-o-prefeito" target="_blank">“St. James Infirmary”</a> &#8211; que Blind Willie também utilizou para fazer “Dying Crapshooters Blues”. A letra de Dylan mostra um narrador em um hotel de New Orleans lembrando de toda a desgraça na história do Sul americana e expandindo para uma avaliação na corrupção humana. Ou, nas palavras de Michael Gray:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>“Dylan alcança uma lamentação que serve para celebrar tanto a calamidade pública quanto o legado individual; para lidar com as desolações que estão por vir &#8211; ‘all the way from New Orleans to Jerusalem’ &#8211; e da morte de Blind Willie McTell”</em>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Apenas um adendo: a frase que dá título a canção não deve ser interpretada de maneira equivocada. Dylan não diz que McTell é o melhor cantor de blues, apenas que seu estilo é único.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Esponjas</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, Blind Willie McTell já foi comparado a uma esponja por conseguir se apropriar de todo o tipo de música e reinterpretá-la a sua maneira &#8211; comparação essa também utilizada por aqueles que conviveram com Dylan no início dos anos 60. Tanto Bob quanto Willie não eram tão preocupados em dar os devidos créditos de suas fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">A influência de McTell sobre Bob Dylan ficou ainda mais evidente 10 anos após gravar “Blind Willie McTell”. No álbum <strong>World Gone Wrong</strong>, de 1993, Dylan escolheu “Broke Down Engine” para entrar no disco de covers.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<h4 style="text-align: justify;"></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>“Blind Willie McTell”, versão 2012</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://dylanesco.com/assista-bob-dylan-no-tributo-a-martin-scorc/" target="_blank">No início de 2012</a>, Bob Dylan escolheu esta canção para homenagear Martin Scorsese no Critics’ Choice Awards.<br />
<p><a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/blind-willie-mctell-30-anos-da-musica-e-110-anos-do-musico/">Blind Willie McTell: 30 anos da música e 110 anos do músico</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>Izzy Young leiloa letras inéditas de Dylan</title>
		<link>http://dylanesco.com/izzy-young-leiloa-letras-ineditas-de-dylan/</link>
		<comments>http://dylanesco.com/izzy-young-leiloa-letras-ineditas-de-dylan/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 May 2013 02:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;">Izzy Young, fundador do lendário Folklore Center, local no Greenwich Village focado na venda e troca de canções e instrumentos tradicionais, resolveu leiloar duas letras inéditas que Bob Dylan fez para ele nos anos 60.</p> <p style="text-align: justify;">Young pediu a vários músicos que frequentavam sua loja para escreverem uma música [...]</p><p><br/>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2114" alt="Izzy Young April 1962 credit Netzorg" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/05/1-Izzy-Young-April-1962-credit-Netzorg1-595x619.jpg" width="595" height="619" /></p>
<p style="text-align: justify;">Izzy Young, fundador do lendário Folklore Center, local no Greenwich Village focado na venda e troca de canções e instrumentos tradicionais, resolveu leiloar duas letras inéditas que Bob Dylan fez para ele nos anos 60.</p>
<p style="text-align: justify;">Young pediu a vários músicos que frequentavam sua loja para escreverem uma música sobre a bomba nuclear. “Bob Dylan chegou literalmente no dia seguinte e entregou isto para mim”, disse Izzy a Rolling Stone americana sobre as duas canções. (Nesta mesma época, Bob Dylan escreveu uma de suas melhores obras, <a href="http://dylanesco.com/a-hard-rains-a-gonna-fall/" target="_blank">&#8220;A Hard Rain&#8217;s A-Gonna Fall&#8221;</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Intituladas <strong>“Go Away You Bomb”</strong> e<strong> “I Want that Bomb”</strong>, as letras foram escritas em uma máquina de escrever e possuem anotações a mão feitas pelo próprio Dylan. Em &#8220;Go Away You Bomb&#8221;, Bob une raiva e sarcasmo em frases como &#8220;An&#8217; I hate you cause you could drop on my by accident an&#8217; kill me&#8221; e &#8220;An&#8217; I hate you twice as much as Jim Crow hates me&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2113" alt="Go Away You Bomb" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/05/dylan-1-600-1367421674-595x569.jpg" width="595" height="569" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ouça Izzy Young lendo &#8220;Go Away You Bomb&#8221;:</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F65274011" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa de leiloar os documentos históricas partiu da filha de Izzy, que via seu pai sem dinheiro em Stocolmo &#8211; cidade onde mora desde o início dos anos 70 e onde mantem ainda seu Folklore Center.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2112" alt="I Want that Bomb" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/05/dylan-2-600-1367421747-595x577.jpg" width="595" height="577" /></p>
<p style="text-align: justify;">A casa de leilões Christie’s estima que os valores das letras esteja entre R$77 mil a R$110 mil. “Será a primeira vez na vida que eu terei dinheiro de verdade”, disse Izzy.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da importância em seu empreendimento, Young foi responsável por organizar o primeiro grande show de Dylan em New York, agendado no Carnegie Recital Hall, em novembro de 1961. Infelizmente, apenas 53 pessoas estiveram no concerto e Izzy ficou no prejuízo (mesmo assim insistiu em dar 20 dólares à Dylan, que recusou e só aceitou 10 dólares).</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2111" alt="Primeiro concerto de Bob Dylan em NY" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/05/large_dylan-1-306v-1367421588.jpg" width="593" height="900" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sobre as visitas de Bob no Folklore Center, ele conta que apesar no início Dylan parecer ser só mais um, com o tempo ele viu o diferencial no garoto. “Eu percebi, depois de um tempo, que havia algo de diferente nele. Ele levaria cada maldito disco que eu tinha e iria ouvi-los. Ele era o único que lia aqueles livros comunistas acadêmicos. Tudo que eu tinha na loja, ele leria.”</p>
<p style="text-align: justify;">No início de abril, Izzy Young voltou a New York e visitou toda a região do Greenwich Village. Veja fotos <a href="http://folkcityatfifty.blogspot.no/2013/04/more-fcking-cool-pictures-from-izzy.html" target="_blank">aqui</a> e uma entrevista com ele em plena Washington Square <a href="http://www.beachamjournal.com/journal/2013/04/izzy-young-revisits-washington-square-park-in-greenwich-village.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rollingstone.com/music/news/unreleased-bob-dylan-lyrics-to-be-auctioned-by-christies-20130502" target="_blank">RS USA</a></p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/izzy-young-leiloa-letras-ineditas-de-dylan/">Izzy Young leiloa letras inéditas de Dylan</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>Relembre a interpretação fantástica de Dylan na Argentina</title>
		<link>http://dylanesco.com/relembre-a-interpretacao-fantastica-de-dylan-na-argentina/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 14:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[country]]></category>
		<category><![CDATA[thunder on the mountain]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;">Abril e Maio de 2012 serão lembrados, pelo menos por enquanto (e espero que não por muito tempo), como os meses da turnê mais recente de Bob Dylan pela América do Sul.</p> <p style="text-align: justify;">No Brasil, Bob Dylan fez seis shows, todos devidamente <a href="http://dylanesco.com/balanco-dylanesco-a-turne-brasileira/" target="_blank">resenhados aqui no Dylanesco</a>.</p> <p [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/relembre-a-interpretacao-fantastica-de-dylan-na-argentina/">Relembre a interpretação fantástica de Dylan na Argentina</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2105" alt="Cartaz da turnê argentina em 2012" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/buenosairesposter-595x854.jpg" width="595" height="854" /></p>
<p style="text-align: justify;">Abril e Maio de 2012 serão lembrados, pelo menos por enquanto (e espero que não por muito tempo), como os meses da turnê mais recente de Bob Dylan pela América do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No Brasil, Bob Dylan fez seis shows</strong>, todos devidamente <a href="http://dylanesco.com/balanco-dylanesco-a-turne-brasileira/" target="_blank">resenhados aqui no Dylanesco</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para relembrar esta ótima época dylanesca, destaco a interpretação na Argentina de <strong>“Thunder On The Mountain”</strong>. Executada em todos os shows no Brasil e nas quatro apresentações em Buenos Aires, a música ganhou uma abordagem exclusiva no <a href="http://www.boblinks.com/042812s.html" target="_blank">penúltimo show</a> de Dylan na capital do Tango.</p>
<p style="text-align: justify;">“Thunder On The Mountain” sempre possuiu uma estrutura rockabilly, mas na apresentação do dia 28 de abril de 2012, Bob Dylan se aventurou em tentar uma nova abordagem, incluindo linhas no teclado e nos vocais que lembravam um <strong>country dançante</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja:<br />
<p><a href="http://dylanesco.com/relembre-a-interpretacao-fantastica-de-dylan-na-argentina/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Com já chamei outras vezes, são essas <a href="http://dylanesco.com/as-mudancas-das-coisas-ou-mutacao-instantanea-2/" target="_blank">“mutações instantâneas”</a> que criam um ambiente especial em cada apresentação. Bob Dylan é incansável em procurar novas possibilidades em suas músicas. Ele prefere mais redescobrir do que relembrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem acredite que ele é um artista do passado, mas quem entra neste mundo dylanesco com afinco, percebe que não existe espaço para nostalgias. <a href="http://dylanesco.com/os-71-anos-de-bob-dylan-ou-como-ele-nunca-olha-para-tras/" target="_blank">Bob Dylan nunca olha para trás</a>.</p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/relembre-a-interpretacao-fantastica-de-dylan-na-argentina/">Relembre a interpretação fantástica de Dylan na Argentina</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>Bob Dylan anuncia festival AmericanaramA</title>
		<link>http://dylanesco.com/bob-dylan-anuncia-festival-americanarama/</link>
		<comments>http://dylanesco.com/bob-dylan-anuncia-festival-americanarama/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 14:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[My Morning Jacket]]></category>
		<category><![CDATA[tour]]></category>
		<category><![CDATA[turnê]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[Wilco]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p></p> <p>Tanto a Fanpage quanto o site de Bob Dylan postaram uma imagem enigmática na semana passada. Nela, apenas um escrito, com dezesseis estrelas: AmericanaramA.</p> <p></p> <p>Horas depois, as duas páginas trocaram a imagem e <a href="http://www.bobdylan.com/us/news/americanarama-festival-music-tour-summer" target="_blank">anunciaram seu significado</a>: uma turnê no verão americano com Bob Dylan, WILCO, My Morning Jacket, além de apresentações [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/bob-dylan-anuncia-festival-americanarama/">Bob Dylan anuncia festival AmericanaramA</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2096" alt="AmericanaramA" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/Americanarama4-595x595.jpg" width="595" height="595" /></p>
<p>Tanto a Fanpage quanto o site de Bob Dylan postaram uma imagem enigmática na semana passada. Nela, apenas um escrito, com dezesseis estrelas: AmericanaramA.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2093" alt="AmericanaramA" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/Americanarama3.jpg" width="470" height="470" /></p>
<p>Horas depois, as duas páginas trocaram a imagem e <a href="http://www.bobdylan.com/us/news/americanarama-festival-music-tour-summer" target="_blank">anunciaram seu significado</a>: uma turnê no verão americano com <strong>Bob Dylan</strong>, <strong>WILCO</strong>, <strong>My Morning Jacket</strong>, além de apresentações adicionais em alguns lugares (incluindo <strong>Richard Thompson Eletric Trio</strong> e <strong>Ryan Bingham</strong>).</p>
<p><del>Ainda não foram divulgadas as datas, mas</del> a pré-venda dos ingressos começa na próxima quarta, <strong>24 de abril</strong>, pela manhã (do horário dos EUA).</p>
<p><strong>Update</strong>: O <a href="http://pitchfork.com/news/50421-bob-dylan-announces-tour-with-wilco-and-my-morning-jacket/" target="_blank">Pitchfork</a> divulgou as datas da turnê:</p>
<p>04-21 Bowling Green, OH &#8211; Bowling Green State University *<br />
04-23 St. Louis, MO &#8211; Peabody Opera House *<br />
04-24 Springfield, MO &#8211; Missouri State University *<br />
04-25 Champaign, IL &#8211; University of Illinois *<br />
04-27 Murray, KY &#8211; Murray State University #<br />
04-28 Louisville, KY &#8211; The Louisville Palace #<br />
04-30 Asheville, NC &#8211; U.S. Cellular Center *<br />
05-01 Charlotte, NC &#8211; Time Warner Cable Uptown Amphitheatre *<br />
05-02 Raleigh, NC &#8211; Red Hat Amphitheater *<br />
05-04 Charleston, SC &#8211; Family Circle Magazine Stadium *<br />
05-05 St. Augustine, FL &#8211; St. Augustine Amphitheatre *<br />
06-26 West Palm Beach, FL &#8211; Cruzan Amphitheatre &amp;<br />
05-27 Tampa, FL &#8211; Live Nation Amphitheatre &amp;<br />
06-29 Atlanta, GA &#8211; Aaron’s Amphitheatre at Lakewood &amp;<br />
06-30 Nashville, TN &#8211; The Lawn at Riverfront Park &amp;<br />
07-02 Memphis, TN &#8211; AutoZone Park &amp;^<br />
07-05 Noblesville, IN &#8211; Klipsch Music Center &amp;^<br />
07-06 Cincinnati, OH &#8211; Riverbend Music Center &amp;^<br />
07-10 St. Paul, MN &#8211; Midway Stadium &amp;^<br />
07-11 Peoria, IL &#8211; Chiefs Stadium &amp;^<br />
07-12 Chicago, IL &#8211; Toyota Park &amp;^<br />
07-15 Toronto, Ontario - Molson Canadian Amphitheatre &amp;^<br />
07-18 Darien Center, NY &#8211; Darien Lake Performing Arts Center &amp;%<br />
07-19 Bridgeport, CT &#8211; The Ballpark at Harbor Yard &amp;%<br />
07-20 Mansfield, MA &#8211; Comcast Center &amp;%<br />
07-23 Columbia, MD &#8211; Merriweather Post Pavilion &amp;%<br />
07-24 Virginia Beach, VA &#8211; Farm Bureau Live at Virginia Beach &amp;%<br />
07-26 Hoboken, NJ &#8211; Pier A Park &amp;%<br />
07-27 Wantagh, NY &#8211; Nikon at Jones Beach Theater &amp;%<br />
07-28 Camden, NJ &#8211; Susquehanna Bank Center &amp;%<br />
07-31 Denver, CO - Fiddler’s Green Amphitheatre &amp;%<br />
08-01 Salt Lake City, UT &#8211; USANA Amphitheatre &amp;%<br />
08-03 Irvine, CA &#8211; Verizon Wireless Amphitheatre &amp;%<br />
08-04 Mountain View, CA &#8211; Shoreline Amphitheatre &amp;%</p>
<p>* with Dawes<br />
# with The Wild Feathers<br />
&amp; with Wilco and My Morning Jacket<br />
^ with Richard Thompson Electric Trio<br />
% with Ryan Bingham</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2094" alt="AmericanaramA - Meet me there * Beat me there" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/Americanarama2-595x595.jpg" width="595" height="595" /></p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/bob-dylan-anuncia-festival-americanarama/">Bob Dylan anuncia festival AmericanaramA</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>As tirinhas dylanescas de Sketico</title>
		<link>http://dylanesco.com/as-tirinhas-dylanescas-de-sketico/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 03:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[restless farewell]]></category>
		<category><![CDATA[sketico]]></category>
		<category><![CDATA[tomorrow is a long time]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: center;"></p> <p style="text-align: justify;">No fim do ano passado, Uryel Marques, de apenas 20 anos, resolveu fazer o <a href="http://sketi.co/" target="_blank">Sketico</a> para reunir tirinhas musicais e ilustrações em fotografias.</p> <p style="text-align: justify;">Apesar da pouca idade, tanto do artista quanto do projeto, já existem ótimas postagens. Para nós dylanescos, duas tirinhas são destaque: a releitura [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/as-tirinhas-dylanescas-de-sketico/">As tirinhas dylanescas de Sketico</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-2078" alt="Sketico" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/Sketico-595x682.jpg" width="357" height="409" /></p>
<p style="text-align: justify;">No fim do ano passado, Uryel Marques, de apenas 20 anos, resolveu fazer o <a href="http://sketi.co/" target="_blank">Sketico</a> para reunir <strong>tirinhas musicais</strong> e <strong>ilustrações em fotografias</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da pouca idade, tanto do artista quanto do projeto, já existem ótimas postagens. Para nós dylanescos, duas tirinhas são destaque: a releitura visual de <a href="http://dylanesco.com/dylan-sinatra-o-encontro-dos-olhos-azuis/" target="_blank"><strong>“Restless Farewell”</strong></a> e um diálogo entre <strong>“Tomorrow Is A Long Time”</strong> com a história do padre baloeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostei bastante da primeira (a segunda você pode ver <a href="http://tirinhas.sketi.co/2012/12/3.html" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2075" alt="Restless Farewell" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/dylanfinalpt1.jpg" width="537" height="1600" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2076" alt="FINAL2" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/FINAL2.jpg" width="550" height="1342" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>Obs.: obrigado ao leitor Daniel Giovanaz pela dica do site!</em></p>
<p><br/>
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		<title>Novidades já nos dois primeiros shows de 2013</title>
		<link>http://dylanesco.com/novidades-ja-nos-dois-primeiros-shows-de-2013/</link>
		<comments>http://dylanesco.com/novidades-ja-nos-dois-primeiros-shows-de-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Apr 2013 12:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;">Bob Dylan iniciou a turnê anual com mudanças consideráveis em relação aos shows de 2012. A começar com a banda, que teve a confirmação da saída de Charlie Sexton para entrada de <a href="http://dylanesco.com/novo-integrante-para-a-turne-de-2013/" target="_blank">Duke Robillard</a>.</p> <p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;">Outra novidade foram os instrumentos escolhidos por Bob: pelo menos nos dois [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/novidades-ja-nos-dois-primeiros-shows-de-2013/">Novidades já nos dois primeiros shows de 2013</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2061" class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px"><img class="size-full wp-image-2061" title="Cartaz do show" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/buffalo2013-2.jpg" alt="" width="275" height="397" /><p class="wp-caption-text">Um número limitado de cartazes como este são vendidos nos shows.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Bob Dylan iniciou a turnê anual com mudanças consideráveis em relação aos shows de 2012. A começar com a banda, que teve a confirmação da saída de Charlie Sexton para entrada de <a href="http://dylanesco.com/novo-integrante-para-a-turne-de-2013/" target="_blank">Duke Robillard</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2062" title="Bob Dylan avalia as habilidades guitarrísticas de Duke" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/05042013-5-595x446.jpg" alt="" width="595" height="446" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outra novidade foram os instrumentos escolhidos por Bob: pelo menos nos dois primeiros shows ele abandonou a guitarra e o teclado (que estava devidamente instalado no palco) e tocou apenas gaita e o grand piano &#8211; inserido pela primeira vez no <a href="http://dylanesco.com/dylan-leva-um-piano-de-cauda-para-o-palco-da-inglaterra/" target="_blank">meio do ano passado</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O repertório dos primeiros shows é bem recente, dez das 16 canções são de 1997 para cá. O álbum mais novo, <a href="http://dylanesco.com/tempest-parte-2-de-carona-com-bob-dylan/" target="_blank">Tempest</a>, ganhou destaque com Bob apresentando quatro músicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2064" title="Show do dia 5" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/05042013-21-595x345.jpg" alt="" width="595" height="345" /></p>
<p style="text-align: justify;">Stu Kimball permaneceu no violão o show inteiro e deixou a cargo de Duke Robillard a função de guitarrista. Com o violão constante e a pegada mais <em>blues</em> e <em>jazz</em> de Duke, o show ficou bem mais calmo e intimista (inclusive as canções de Tempest). Bob Dylan parecia se esforçar para cantar mais limpo, sem mostrar seus atuais uivos roucos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira o setlist e ouça o show do <a href="http://boblinks.com/040613s.html" target="_blank">dia 6</a> e veja suas diferenças com o do <a href="http://boblinks.com/040513s.html" target="_blank">dia 5</a>:</strong><br />
<iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F86758752" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
<blockquote><p>1. Things Have Changed<br />
2. Love Sick<br />
3. High Water (For Charley Patton)<br />
4. Soon After Midnight<br />
5. Early Roman Kings<br />
6. Tangled Up In Blue<br />
7. Pay In Blood<br />
8. Visions Of Johanna<br />
9. Spirit On The Water<br />
10. Beyond Here Lies Nothin&#8217;<br />
11. Blind Willie McTell<strong> (no dia 5 “Beyond here” trocou de lugar com “Blind Willie”)</strong>.<br />
12. What Good Am I?<br />
13. Thunder On The Mountain<br />
14. Scarlet Town<br />
15. All Along The Watchtower <strong>(dia 5: “Highway 61 Revisited”)</strong></p>
<p>(bis)<br />
16. Ballad Of A Thin Man</p></blockquote>
<p><strong>Abaixo, um vídeo gravado, uma espécie de diário, com alguns trechos do show do dia 5.</strong></p>
<p><a href="http://dylanesco.com/novidades-ja-nos-dois-primeiros-shows-de-2013/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/novidades-ja-nos-dois-primeiros-shows-de-2013/">Novidades já nos dois primeiros shows de 2013</a> .</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“Man In The Long Black Coat”: a “House Carpenter” de Dylan</title>
		<link>http://dylanesco.com/man-in-the-long-black-coat-a-house-carpenter-de-dylan/</link>
		<comments>http://dylanesco.com/man-in-the-long-black-coat-a-house-carpenter-de-dylan/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 02:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;">Recentemente encontrei esta animação, feita pelo artista Andrew Colunga, que ilustra a música “Man In the Long Black Coat”. A partir deste vídeo fui atrás da história por trás da densidade de uma das canções mais sombrias de Dylan.</p> <p style="text-align: justify;"> People don’t live or die, people just float <p style="text-align: justify;"></p> [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/man-in-the-long-black-coat-a-house-carpenter-de-dylan/">“Man In The Long Black Coat”: a “House Carpenter” de Dylan</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente encontrei esta animação, feita pelo artista Andrew Colunga, que ilustra a música <strong>“Man In the Long Black Coat”</strong>. A partir deste vídeo fui atrás da história por trás da densidade de uma das canções mais sombrias de Dylan.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://dylanesco.com/man-in-the-long-black-coat-a-house-carpenter-de-dylan/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>People don’t live or die, people just float</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2047" title="Oh Mercy (1989)" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/OhMercy-595x596.jpg" alt="" width="595" height="596" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.6em;">“Man In The Long Black Coat” foi composta em março de 1989, durante as gravações de Oh Mercy, disco produzido por <strong>Daniel Lanois</strong> (que apesar das tensões nas gravações, voltaria a trabalhar com Bob Dylan em <a href="http://dylanesco.com/time-out-of-mind-ou-mind-out-of-time/" target="_blank">Time Out Of Mind</a>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Malcom Burn</strong>, músico que participou da gravação do disco, relatou para Damien Love (na Uncut de novembro de 2008) os primeiros esboços de Dylan com a canção:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Quando ele começou a fazer, ele estava cantando talvez uma oitava acima. E não soou tão bem. Estava bem ruim, na verdade. E talvez tenha sido Bob ou talvez tenha sido Daniel Lanois, mas alguém percebeu que não estava funcionando, e sugeriu cantar uma oitava mais grave, e foi quando ele conseguiu aquele ‘Crickets &#8211; a-chirpin’ &#8211; water is high’. De repente o fraseado veio e eu fiquei tipo, ‘Porra, isto é muito bom.”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além de testemunhar os primeiros passos da canção, Malcom foi responsável pelos grilos que preenchem a canção &#8211; feito com um lendário teclado <a href="http://www.vintagesynth.com/yamaha/dx7.php" target="_blank">Yamaha DX7</a>.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Every man’s conscience is vile and depraved</span></strong></h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2048" title="Man In The Long Black Coat" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/04/ManInTheLongBlackCoat.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em sua <a href="http://www.estantevirtual.com.br/q/bob-dylan-cronicas" target="_blank">autobiografia</a>, Bob Dylan fez alguns comentários sobre a letra da música:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Ela foi tirada de um abismo de trevas, visões de um cérebro elouquecido, uma sensação de irrealidade &#8211; o pesado preço do ouro pairando sobre a cabeça de alguém. Quando não resta mais nada, até a corrupção é corrupta. (&#8230;) A letra tenta falar de alguém cujo próprio corpo não lhe pertence. Alguém que amou a vida mas não pode viver, e cuja alma se amargura porque outros são capazes de viver”.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Para <a href="http://www.ebay.com/sch/i.html?_trksid=p2050601.m570.l1313.TR0.TRC0&amp;_nkw=behind+the+shades+clinton+heylin+bob+dylan&amp;_sacat=0&amp;_from=R40" target="_blank">Clinton Heylin</a>, “Man In The Long Black Coat” é uma releitura do tema da folclórica <a href="http://www.bobdylan.com/us/songs/house-carpenter" target="_blank">“House Carpenter”</a> &#8211; também conhecida como “Daemon’s Lover”. A canção tradicional conta a história do retorno de um homem para seu antigo amor &#8211; que atualmente está casada com um carpinteiro. O homem então convence a mulher a largar o marido e os três filhos para viajar no mar. No fim, eles vão até próximo ao inferno, quando o barco onde está o casal quebra e é engolido pelo mar.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo a teoria de Heylin, a releitura do tema de “House Carpenter” pode ser a história contada sob o <strong>ponto de vista do carpinteiro</strong>. O homem da longa capa preta talvez seja a Morte ou o próprio Demônio.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.amazon.com/Keys-Rain-Definitive-Dylan-Encyclopedia/dp/0823079740" target="_blank">Oliver Trager</a> cita um rumor de uma possível influência do filme No Mercy, de 1986 e estrelado por Richard Gere e Kim Basinger, mas as relações são bem vagas se comparadas com a lógica de Heylin (veja o trailer do filme <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ehtJo9B98TQ" target="_blank">aqui</a>).</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A “Walk The Line” dylanesca</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;">Em seu livro, Bob Dylan também comenta sobre suas intenções com “Man In The Long Black Coat”, comparando com um clássico de <strong>Johnny Cash</strong>:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“De algum modo estranho, pensei nela como a minha ‘I Walk The Line’, uma canção que sempre considerei o ponto alto, uma das mais misteriosas e revolucionárias de todos os tempos, uma canção que promove um ataque a nossos pontos mais vulneráveis, as palavras afiadas de um mestre”.</p>
</blockquote>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/man-in-the-long-black-coat-a-house-carpenter-de-dylan/">“Man In The Long Black Coat”: a “House Carpenter” de Dylan</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>Morre Paul Williams, padrinho da crítica no rock</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2013 17:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[crítica musical]]></category>
		<category><![CDATA[paul williams]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rollingstone.com/music/news/paul-williams-rock-criticism-pioneer-dead-at-64-20130328" target="_blank">Morreu no último dia 27</a> o crítico musical Paul Williams. Fundador da lendária revista Crawdaddy, Williams é considerado o padrinho da crítica sobre rock por ser um dos primeiros a escrever seriamente sobre o assunto.</p> <p style="text-align: justify;">No universo dylanesco, fez vários textos em sua revista e em [...]</p><p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/morre-paul-williams-padrinho-da-critica-no-rock/">Morre Paul Williams, padrinho da crítica no rock</a> .</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2042" title="Paul Williams" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/03/PaulHomeSm2.jpg" alt="" width="420" height="290" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rollingstone.com/music/news/paul-williams-rock-criticism-pioneer-dead-at-64-20130328" target="_blank">Morreu no último dia 27</a> o crítico musical Paul Williams. Fundador da lendária revista <em>Crawdaddy</em>, Williams é considerado o padrinho da crítica sobre rock por ser um dos primeiros a escrever seriamente sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">No universo dylanesco, fez vários textos em sua revista e em outras publicações, além de escrever alguns <a href="http://www.ebay.com/sch/i.html?_trksid=p2050601.m570.l1313.TR2.TRC1&amp;_nkw=paul+williams+dylan&amp;_sacat=0&amp;_from=R40" target="_blank">livros sobre Bob Dylan</a>. Entre os destaques, está <strong>“Dylan &#8211; What Happened?”</strong>, de 1979, sobre a recente conversão ao cristianismo de Bob Dylan. O livro foi escrito após o crítico assistir a uma série de shows, as primeiras apresentações após a conversão, e lançado poucas semanas depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos leitores do livro foi o próprio Dylan, que o convidou para passar alguns dias no backstage de alguns shows em 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente li este livro e outros textos de Paul Williams compilados no livro “Bob Dylan: Watching The River Flow”. Ele não é jornalista formado e isso só conta a favor de sua escrita. É incrível como você entra de cabeça nos devaneios de Paul e se sente numa mesa de bar. Em algumas resenhas, ele escreve vários parágrafos sobre assuntos relacionados, mas não diretamente ligados ao disco, e reserva apenas algumas linhas para um resumo didático &#8211; como se apenas quisesse te instigar a mais ouvir do que ler a música.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma grande perda, mas também um grande legado de Paul Williams para a história da crítica do rock.</p>
<p><br/>
Confira o post original publicado pelo Dylanesco: <a href="http://dylanesco.com/morre-paul-williams-padrinho-da-critica-no-rock/">Morre Paul Williams, padrinho da crítica no rock</a> .</p>]]></content:encoded>
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		<title>Ouça Bob Dylan fazendo rap!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 23:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dylanesco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;">Além de ter <a href="http://dylanesco.com/quem-escreveu-o-primeiro-rap/" target="_blank">escrito o primeiro rap da história</a>, Bob Dylan já fez sua colaboração ao mundo do hip-hop em 1986. Kurtis Blow convidou Dylan para participar do disco Kingdom Blow, na faixa “Street Rock”.</p> <p style="text-align: justify;">Ouça:</p> <p style="text-align: justify;">Em <a href="http://www.estantevirtual.com.br/q/cronicas-bob-dylan" target="_blank">Crônicas, V.1</a>, Bob Dylan fala [...]</p><p><br/>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2034" title="Kurtis_Blow-Kingdom_Blow-1986-CMS" src="http://dylanesco.com/wp-content/uploads/2013/03/Kurtis_Blow-Kingdom_Blow-1986-CMS.jpg" alt="" width="534" height="535" /></p>
<p style="text-align: justify;">Além de ter <a href="http://dylanesco.com/quem-escreveu-o-primeiro-rap/" target="_blank">escrito o primeiro rap da história</a>, Bob Dylan já fez sua colaboração ao mundo do hip-hop em 1986. Kurtis Blow convidou Dylan para participar do disco Kingdom Blow, na faixa “Street Rock”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ouça:</strong></p>
<div class="audio_player"><object width="207" height="27" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://assets.tumblr.com/swf/audio_player_black.swf?audio_file=http%3A%2F%2Fwww.tumblr.com%2Faudio_file%2Fdylanesco%2F46289771840%2Ftumblr_mk8oudJRzr1r9ek1a&amp;color=FFFFFF" /><param name="quality" value="best" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed width="207" height="27" type="application/x-shockwave-flash" src="http://assets.tumblr.com/swf/audio_player_black.swf?audio_file=http%3A%2F%2Fwww.tumblr.com%2Faudio_file%2Fdylanesco%2F46289771840%2Ftumblr_mk8oudJRzr1r9ek1a&amp;color=FFFFFF" quality="best" wmode="opaque" /></object></div>
<p style="text-align: justify;">Em <a href="http://www.estantevirtual.com.br/q/cronicas-bob-dylan" target="_blank">Crônicas, V.1</a>, Bob Dylan fala sobre sua iniciação no rap e cita sua parceria com Blow.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Danny [Daniel Lanois, produtor de <a href="http://dylanesco.com/time-out-of-mind-ou-mind-out-of-time/" target="_blank">Time Out Of Mind</a> e Oh Mercy] me perguntou quem eu andava escutando ultimamente, e eu disse Ice-T. Ele ficou surpreso, mas não deveria. Poucos anos antes, Kurtis Blow, um rapper do Brooklyn que tinha um sucesso chamado “The Breaks”, havia me pedido para participar de um de seus discos, e ele me familiarizou com aquele lance, Ice-T, Public Enemy, N.W.A., Run-D.M.C. Esses caras definitivamente não estavam por aí de bobeira. Estavam batendo tambores, arrebentando, arremessando cavalos nos despenhadeiros. Eram todos poetas e sabiam o que estava rolando. Alguém diferente estava fadado a aparecer mais cedo ou mais tarde, alguém que conhecesse esse mundo, tivesse nascido e crescido com ele&#8230; que tivesse tudo e mais um pouco a ver com ele. Alguém com uma cabeça aberta e arejada e com poder na comunidade. Ele seria capaz de se equilibrar com uma perna só em uma corda bamba estendida ao longo do universo e você o reconheceria quando ele chegasse &#8211; não haveria outro como ele. O público seguiria naquele caminho, e não se poderia censurá-lo por isso.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Será que esse “messias” um dia será o neto de Bob, <a href="http://dylanesco.com/pablo-dylan-%E2%80%9Ceu-quero-ser-o-proximo-bob-dylan%E2%80%9D/" target="_blank">Pablo Dylan</a>? Só o tempo dirá&#8230;</p>
<p><br/>
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