Under the “Ray” sky

Além de Zé Ramalho, considerado por alguns o Bob Dylan do sertão, hoje seria o aniversário de 57 anos de Stevie Ray Vaughan. O guitarrista morreu no dia 26 de agosto de 1990 em um acidente de helicóptero, após tocar em um show ao lado de Eric Clapton e Robert Cray para cerca de 25 mil pessoas.
E foi no seu último ano em vida que seria lançado o álbum Under The Red Sky, de Bob Dylan. Stevie Ray Vaughan e seu irmão Jimmie tocaram guitarra nas canções: 10,000 Men, God Knows e Cat’s in the Well. Jimmie participaria também na música Handy Dandy.
O álbum foi produzido por Don Was e Jack Frost (um dos heterônimos de Bob Dylan). Don Was já havia produzido Carly Simon, o B52’s e Bonnie Raitt. O timbre do disco é mais limpo, jovial, como se Dylan quisesse se aproximar dos jovens. Além dos irmãos Vaughan, outros músicos famosos foram recrutados. Veja o nome de alguns e as músicas que participaram:
- Al Kooper (autor do órgão de Like a Rolling Stone) – órgão em Under The Red Sky, Unbelievable, Handy Dandy;
- David Crosby (The Byrds e Crosby, Still, Nash & Young) – Backing vocals em Born In Time, 2 x 2;
- Elton John – Piano em 2 x 2;
- George Harrison – Slide guitar em Under The Red Sky;
- Paulinho da Costa (percussionista brasileiro) – Born in Time, 2 x 2, God Knows, Handy Dandy;
- Randy Jackson (Gravou o clipe de Most of the Time e depois participaria do American Idol ) baixo em Wiggle Wiggle, Born in Time, T. V. Talkin’ Song, 2 x 2;
- Robben Ford – guitarra em Born In Time, T. V. Talkin’ Song;
- Slash (Guns’n’Roses) – Wiggle Wiggle
Curiosidade (ou fofoca): No encarte, há um agradecimento à Carole Childs, possivelmente sua namorada/amante e o álbum é dedicado à “Gabby Goo Goo”, também conhecida como Desiree Gabrielle Dennis-Dylan, filha de Dylan com sua então esposa Carolyn Dennis (Carolyn e Bob foram secretamente casados entre 1986 e 1992).
One Response to Under the “Ray” sky
Deixe uma resposta Cancelar resposta
71 anos em 71 músicas
70 anos em 70 fotos
Arquivos















Pedro, que coisa mais curiosa. Quando falei da loja e da aquisição do CD “Time Out Of Mind”, havia também um CD do Stevie Ray Vaughan, que comprei, uma espécie de coletânea-homenagem, muito bom. Lembro-me de ter gostado deveras do som. Estavam lá, os dois CDs, lado a lado.
E aí amanheço e leio seu post!