O melhor disco de Dylan (pt.3): Para a minha história

Esta é a última parte da trilogia “O melhor disco de Dylan” (Parte 1, Parte 2). Neste texto, falarei sobre o disco que mais tem influência sobre mim.

Tão ousando quanto eleger o disco mais importante para a história da música (ou para o próprio Dylan) é dizer qual é o seu álbum predileto. Neste caso, o contexto da gravação e até mesmo as músicas nem sempre são decisivas para a escolha.

E sobre minha decisão, nem eu sei quais são exatamente as razões que me fazem gostar tanto de John Wesley Harding. A única coisa que eu sei é que, sempre que deparo com qualquer música do álbum, eu preciso prestar atenção e tenho vontade de ouvir o disco inteiro. Isso acontece com outros (como nos acústicos Good As I Been To You e World Gone Wrong, por exemplo), mas há algo que me conecta a John Wesley Harding.

The Drifter’s Escape

Bob Dylan acabara de voltar de uma turnê pela Europa quando conseguiu alguns dias de férias no meio de 1966. Nesta época, uma nova turnê americana já estava agendada, uma emissora de televisão havia dado US$100 mil como adiantamento para um especial e a editora Macmillan cobrava o cantor pelo seu livro Tarantula, que já recebera até divulgação na mídia. Bob Dylan sofria pressões de todos os lados. A Hard Rain’s A-Gonna Fall.

Era 29 de julho de 1966 quando Bob Dylan dava uma volta com sua moto Triumph Tiger 100 de 500 cilindradas pela região de Woodstock. Sara Dylan o acompanhava de carro quando viu Bob perder o controle da moto e cair. Boatos indicavam que a vida de Dylan estava em risco.

A real gravidade do acidente permanece um mistério. A versão “oficial” é que Bob quebrou o pescoço e quase morreu. Porém, há quem diga que Dylan usou o acidente para fugir de todas as exigências que o pressiovam. Bob Dylan ficou uma semana no hospital e diz ter passado um mês de repouso em sua casa.

Com sua turnê cancelada, Dylan permaneceu em sua casa, em Woodstock, para descansar. Este hiato serviu principalmente para que Bob pudesse desempenhar seu papel de pai e marido, além de montar projetos. Um deles foi a exaustiva edição do documentário Eat The Document, sobre a recente turnê elétrica.

Bem mais despretensioso, Bob passou de junho a outubro de 1967 tocando quase diariamente com seu então grupo, recém-intitulado The Band. Dylan ia até a mansão em que a banda estava hospedada, a famosa Big Pink, e tocavam improvisos e canções tradicionais. Estes encontros foram registrados e se transformariam no disco “The Basement Tapes”, lançado em 1975.

If you cannot bring good news, then don’t bring any

Enquanto o mundo se admirava com a psicodelia, Bob Dylan permanecia recluso. Apesar desta época receber grandes lançamentos inovadores, como “Sgt. Peppers” dos Beatles, “Pet Sounds” dos Beach Boys e ver nascer o grupo Velvet Underground, Dylan parece ter sido mais influenciado pela péssima notícia que recebera.

No dia 3 de outubro, Woody Guthrie não resistiu às complicações de saúde por conta de sua doença de Huntington. Um dos maiores ídolos de Dylan, e razão de sua ida à New York, Guthrie deixava o mundo e isso provavelmente afetou drasticamente seu aprendiz.

He was never known to make a foolish move

“Eu não sabia como gravar do jeito que outras pessoas estavam gravando e eu não queria saber. Os Beatles tinham acabado de lançar Sgt. Pepper, que eu não gostei de maneira alguma… Eu pensei que era um álbum bem indulgente, apesar das canções serem realmente boas. Eu não achava que toda aquela produção era necessária” Bob Dylan

Duas semanas depois da morte de Woody, no dia 17 de outubro, Bob Dylan viajou para Nashville para gravar no Columbia Music Row Studios, mesmo local em que gravara seu disco anterior (Blonde on Blonde).

Dylan manteve o produtor Bob Johnston, mas dessa vez recrutou apenas dois músicos – Kenneth Buttrey (bateria) e Charlie McCoy (baixo) – para participar das três sessões de gravação (17/10, 6/11 e 21/11). Pete Drake (steel guitar) tocou apenas nas duas últimas faixas do álbum.

O início de John Wesley Harding já mostra o caminho que Dylan trilharia. Enquanto muitos experimentavam ruídos, ecos e artimanhas tecnológicas no estúdio, Bob iniciava seu disco apenas com violão. Em seguida, baixo, voz e bateria dão o tom. O retrato do jovem de “Blonde on Blonde” não é mais o mesmo.

Nothing is revealed

“Antes de compor John Wesley Harding, eu percebi algo sobre todas as canções mais antigas que eu escrevi. Eu descobri que quando eu utilizava palavras como ‘ele’, ‘isto’, ‘eles’ e falava sobre outras pessoas, eu estava na verdade falando em ninguém a não ser eu. Fui para John Wesley Harding com este conhecimento na minha mente.” Bob Dylan.

Em John Wesley Harding, Bob Dylan aparenta uma sensatez até então inédita. No lugar do ansioso e curioso artista verborrágico, entra um verdadeiro poeta observador, que faz um apanhado de sua(s) vida(s) através de frases precisas.

Todas as palavras usadas em John Wesley Harding, das letras à nota da contracapa (passando pela inclusão da letra “g” no nome do lendário fora-da-lei), possuem um propósito. Mas nada é revelado. Tudo está codificado.

Bob utiliza com consciência toda a linguagem que desenvolveu de maneira intuitiva nos cinco anos anteriores. Com parábolas e alegorias, ele faz um balanço sobre sua vida. Ironicamente, a “voz da geração” virou as costas para todos os acontecimentos políticos da época para viver com plenitude o papel de homem de família.

Muitos que visitaram Dylan disseram que ele tinha em um lugar de fácil leitura a Bíblia – acompanhada de um livro com letras do cantor Hank Williams.

I Pity The Poor Immigrant

A capa de John Wesley Harding possui uma foto bucólica (uma polaroide de John Berg) de um Dylan meio barbado e sorridente. Em sua companhia, o carpinteiro Charlie Joy e dois integrantes da trupe Bauls of Bengal (que estavam hospedados na casa de Albert Grossman).

(Há um rumor de que é possível ver membros dos Beatles e do cantor Donovan escondidos na árvore. Eu possuo o vinil originial e nunca encontrei qualquer vestígio do FabFour ou do “Dylan britânico”).

Outro ponto importante é o texto na contracapa. Escrito por Bob Dylan, a nota narra a história de três reis que percebem que “a chave é Frank”. Frank é acompanhado de Terry Shute e Vera.

Para James Dunlap (em um ótimo artigo da revista Isis #120), Frank representa um “novo” Dylan e sua vontade de libertação, deixando para trás e junto com o acidente o artista inconsequente. Terry Shute seria Albert Grossman, com quem Bob estava tendo sérias divergências, e Vera, obviamente, Sara. Os três reis representariam a indústria fonográfica (possivelmente três gravadores que queriam Bob Dylan na época).

Trilhando – John Wesley Harding

John Wesley Harding – Em entrevista para Jann Wenner para a Rolling Stone de 1969, Bob Dylan afirmou que a escolha do fora-da-lei foi por uma mera questão de rítmo. Michael Gray acha que o uso de um fora-da-lei serve para incluir o próprio Dylan nesta categoria. Além disso, há ecos das canções de Woody Guthrie, que costumava escrever sobre ladrões e andarilhos.

As I Went Out One Morning – Coincidência ou não, Tom Paine era o nome do prêmio que Bob Dylan recebeu em 1963. Na ocasião, Dylan fez um discurso polêmico, incluindo-se como uma pessoa que via em si parte de Lee Oswald – assassino de John Kennedy. Dunlap interpreta a donzela da música como sendo Joan Baez “forçando” Dylan a entrar nos movimentos políticos. No fim, o próprio Tom Paine pede desculpas.

I Dreamed I Saw St. Augustine – O autor de “Confissões” é o foco da letra, mas para entendê-la melhor é preciso ver as referências da primeira frase. Ela remete à música “Joe Hill”, de 1936, e que Woody tomou como base para compor seu “Tom Joad”. É interessante ouvir a gaita tendo um papel quase de protagonista na instrumentação.

All Along the Watchtower – Na época do lançamento do disco, Bob exigiu que não se fizesse muita publicidade para evitar atrair a atenção. Porém, a versão desta canção por Jimi Hendrix no final de 68 daria uma bela visibilidade para o álbum. A música é cheia de referências bíblicas e Paul Williams acertou em cheio ao afirmar que ela começa no meio da narrativa. Assim, tudo se inicia na última estrofe.

The Ballad of Frankie Lee and Judas Priest – Uma das minhas favoritas. A canção, que a banda Judas Priest tomou como base para se batizar, lembra as fábulas de Esopo. Dunlap a vê como a alegoria da relação entre Dylan e seu empresário, Grossman. Após dar o dinheiro que Frankie Lee precisava, Judas Priest o convence a ir a um bordel, onde morre de cansaço. Vale lembrar que Al Grossman era famoso por fazer ótimas festas em sua casa em Bearsville (próximo a Woodstock) e providenciar as melhores drogas e mulheres.

Drifter’s Escape – Foi a primeira canção a ser gravada. Ela conta a história a fuga de um vagabundo durante um julgamento. O juiz soa como um ser divino, mas trata com descaso a súplica do réu. O nome certamente é uma referência ao heterônimo “Luke the Drifter”, criado por Hank Williams para entoar canções mais sombrias.

Dear Landlord – Para mim, “Dear Landlord” é o desabafo de Dylan e sua relação com seu Senhor Feudal (aka Al Grossman). Ele pede que não dê preço em sua alma. No fim, quase em tom de ameaça, sugere que não seja subestimado para não subestimar seu interlocutor.

I Am a Lonesome Hobo – Seria a frase “Where another man’s life might begin/ That’s exactly where mine ends” a oficialização do “velho” Dylan da fase pré-acidente? Para mim, a canção exala independência e é a autonomia de Dylan como artista, seja para seu empresário, sua gravadora e até mesmo para as exigências de seus fãs (que o vaiaram quando escolhera a guitarra como companheira).

I Pity the Poor Immigrant – Com melodia baseada em “Tramps and Hawkers”, essa melancólica canção pode ser interpretada como um conselho de Dylan para consigo mesmo. Hinton indica que aqui há referências bíblicas presentes em capítulo 26 de Levítico.

The Wicked Messenger – Canção com arranjo mais elaborado do disco. Talvez o “Wicked Messenger” (algo como mensageiro perverso) seja o “velho” Dylan e seu uso da linguagem poética. É uma letra meio confusa e há quem veja referências bíblicas.

Down Along the Cove – As duas últimas faixas de John Wesley Harding destoam do restante do álbum. “Down Along the Cove” é suingada e romanticamente feliz. Talvez faça sentido ao ouvir a frase da canção anterior: “If ye cannot bring good news, then don’t bring any”.

I’ll Be Your Baby Tonight – Fiel à base country, a canção é uma prévia do caminho que Dylan escolheria para Nashville Skyline. Uma música boba, romântica, mas bela. O pedal steel dá um ótimo toque com suas melodias.

Concluindo: por que é o melhor disco de Dylan para minha história?

As imagens criadas por Bob Dylan, tão ricas quanto sutis, prendem a minha atenção. É impossível não curtir frases como “I offered her my hand/ She took me by the arm”, “There are many here among us who feel that life is but a joke”, “It’s not a house . . . it’s a home”, “Dear landlord/ Please don’t put a price on my soul/ My burden is heavy/ My dreams are beyond control” e tantas outras mais.

Além do conteúdo, a forma é uma arte por si só. Em um contexto todo psicodélico da música, Bob Dylan prefere ser proporcional ao seu mundo e escolhe algo minimalista, direto e acústico. Ele vive uma fase intimista e completamente familiar, que influencia sua música. Para mim, é uma das melhores fases de Bob Dylan, com a melhor relação “homem/poeta”.

Bob Dylan em Tipografia Cinética

Tipografia cinética, ou kinetic typography, é basicamente o efeito de movimentar palavras. No cinema, foi primeiro usado por Alfred Hitchcock no filme “North by Northwest”, de 1959.

Abaixo, alguns exemplos deste recurso em trechos dylanescos:

Subterranean Homesick Blues #1
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LCMtKVvPuOw]

The Times They Are A-Changin’
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9pWu1Jb6ScA]

All Along the Watchtower (Jimi Hendrix)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BdzgCb84rqk]

Subterranean Homesick Blues #2
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=s27F-SlaIYE]

Filme “I’m Not There” (baseado no poema de Dylan “Advice for Geraldine on Her Miscellaneous Birthday”)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RzT5OBBoPYs]

Preços dos shows de Bob Dylan no Brasil

 

Segue as informação que a T4F mandou sobre os shows de Bob Dylan, em abril.

 

RIO DE JANEIRO

Serviço Bob Dylan

Realização: TIME FOR FUN
Local: Citibank Hall – RJ – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Única apresentação: Domingo, 15 de abril de 2012
Horário Show:20h
Classificação etária: 15 anos
Capacidade: 3.093 pessoas
Meio de Pagamento Preferencial: Credicard
Acesso para deficientes 

PREÇOS DE INGRESSOS

NORMAL

1/2 ENTRADA

CADEIRA VIP

R$800,00

R$400,00

CADEIRA PALCO

R$700,00

R$350,00

CADEIRA ESPECIAL

R$600,00

R$300,00

CADEIRA CENTRAL

R$550,00

R$275,00

CADEIRA LATERAL

R$500,00

R$250,00

CAMAROTE

R$800,00

R$400,00

POLTRONA

R$550,00

R$275,00

 – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

 – Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 27 de fevereiro a 04 de março de 2012.

– O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 05 de março de 2012.

– Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.

– Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

– Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa


BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Citibank Hall: diariamente, das 12h às 20h – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca.

 

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx  

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

 

BRASÍLIA

Serviço Bob Dylan
Realização: TIME FOR FUN
Local: Ginásio Nilson Nelson – Setor SRPN – Ginásio de Esportes Nilson Nelson – Asa Norte
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Única apresentação: Terça-feira, 17 de abril de 2012
Horário Show:21h30
Classificação etária: 16 anos.
Meio de Pagamento Preferencial: Credicard
Acesso para deficientes 
Setor  

1/2 Entrada

Pista Premium

R$250,00

Pista

R$140,00

Arquibancada

R$120,00

 – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.

 – O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 27 de fevereiro de 2012.

 – Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

 – Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

 

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Brasília Shopping: SCN Qd. 05 Bloco A Piso G1 – Brasília – DF – Central de Ingressos. 

Horários: segunda à sábado das 10h às 22h / domingo das 14h às 20h

 

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx  

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

 

BELO HORIZONTE

Serviço Bob Dylan
Realização: TIME FOR FUN
Local: Chevrolet Hall – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte – MG
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003 5588
Única apresentação: Quinta-feira, 19 de abril de 2012
Horário Show:21h
Classificação etária: 16 anos.
Capacidade: 5.500 pessoas
Meio de Pagamento Preferencial: Credicard
Acesso para deficientes

Setor  (Pista)

Valor

1/2 Entrada

Pista 1º lote

R$180,00

R$ 90,00

Pista 2º lote

R$200,00

R$100,00

Pista 3º lote

R$220,00

R$110,00

Pista 4º lote

R$240,00

R$120,00

 – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

 – O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.

 – Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

 – Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

 

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

 Chevrolet Hall – das 12h às 20h – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi – Segunda a sábado, das 12h às 20h / Domingos e feriados das 14h às 20h.

 

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx  

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

 

SÃO PAULO

Serviço Bob DylanRealização: TIME FOR FUN
Local: Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro – SP
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Apresentações: Sábado e Domingo, 21 e 22 de abril de 2012
Horário Show: Sábado, às 22h e Domingo às 20h
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos. 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais). 14 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados).
Capacidade: 4.171 pessoas
Meio de Pagamento Preferencial: Credicard
Acesso para deficientes

PREÇOS DE INGRESSOS

NORMAL

1/2 ENTRADA

CAMAROTE I

R$900,00

R$450,00

CAMAROTE II

R$800,00

R$400,00

CADEIRA VIP

R$900,00

R$450,00

CADEIRA I

R$750,00

R$375,00

CADEIRA II

R$650,00

R$325,00

POLTRONA I

R$550,00

R$275,00

POLTRONA II

R$450,00

R$225,00

PLATÉIA SUPERIOR I

R$250,00

R$125,00

PLATÉIA SUPERIOR II

R$200,00

R$100,00

PLATÉIA SUPERIOR III

R$180,00

R$ 90,00

VISÃO PARCIAL (PLATÉIA SUPERIOR)

R$150,00

R$ 75,00

 – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

 – Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 27 de fevereiro a 04 de março de 2012.

 – O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 05 de março de 2012.

 – Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.

 – Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

 – Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

 

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

 

Credicard Hall – diariamente, das 12h às 20h – Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro – São Paulo (SP)

 

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

 

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx  

 Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) — 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

 Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

 

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

 

PORTO ALEGRE

 

Serviço Bob Dylan
Realização: TIME FOR FUN
Local: Pepsi on Stage – Av. Severo Dulius, 1995 – Porto Alegre – RS
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003 5588
Única apresentação: Terça-feira, 24 de abril de 2012
Horário Show: 21h
Classificação etária: 12 a 13 anos acompanhados dos pais ou responsáveis e a partir de 14 anos desacompanhados.
Capacidade: 7.160 pessoas
Meio de Pagamento Preferencial: Credicard
Acesso para deficientes

Setor 

Valor

1Ž2 Entrada

Pista – 1º lote

R$140,00

R$ 70,00

Pista – 2º lote

R$160,00

R$ 80,00

Mezanino

R$180,00

R$ 90,00

 

Por força da LEI N° 9.989, de 5 de junho de 2006, não há obrigatoriedade de meia-entrada na cidade para estudantes e menores de 15 anos em espetáculos de música em que estejam programadas, no máximo, 02 (duas) apresentações do mesmo conteúdo. O benefício, nesse caso, é válido apenas para idosos, aposentados e pensionistas do INSS.

– O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.

 – Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

 – Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

 

BILHEERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

MULTISOM – segunda a sexta-feira, das 11h às 19h; sábado, das 09h às 17h – Rua dos Andradas, 1001 – Centro

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx  

 Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

 Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

 

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.